quarta-feira, 26 de julho de 2023

COLUNA PORTUGUÊS E POESIA- Roger Tavares

 

DOIS LIVROS MARAVILHOSOS

 

Quando a jovem norte-americana Sylvia Beach abre a Shakespeare and Company em uma rua tranquila de Paris em 1919, não tem ideia de que ela e sua nova livraria mudarão o curso da história da literatura.

A Shakespeare and Company é mais do que uma livraria e uma biblioteca: muitos escritores proeminentes dos anos 1920 e 1930, como Ernest Hemingway, a consideram uma segunda casa. É onde algumas das amizades literárias mais icônicas da época são forjadas — em especial, aquela entre o escritor irlandês James Joyce e a própria Sylvia. E quando o controverso novo romance de Joyce, Ulysses, é censurado nos Estados Unidos, Beach decide assumir um risco enorme e publicá-lo na França. À medida que Paris mergulha cada vez mais na Grande Depressão e diversos amigos expatriados voltam para os Estados Unidos, muitos de seus relacionamentos são colocados à prova. Diante de crises pessoais e financeiras, Sylvia precisa decidir o que a Shakespeare and Company realmente significa para ela.

Mistura de romance e biografia, ficção e realidade, A livreira de Paris (Editora Intrínseca) é uma ode a uma mulher que assumiu como missão honrar o poder transformador dos livros, além de uma narrativa emocionante sobre as amizades, os amores e os atritos da cena literária europeia da primeira metade do século XX.

 

Oppenheimer (Editora Intrínseca) é a primeira biografia completa do “pai da bomba atômica”. J. Robert Oppenheimer foi o brilhante e carismático físico que, durante a guerra, liderou os esforços para desenvolver uma arma nuclear em favor de seu país. Logo após o bombardeamento de Hiroshima, tornou-se o cientista mais famoso de sua geração — uma das figuras icônicas do século XX, a personificação do homem moderno que enfrenta as consequências do progresso científico.

No entanto, Oppenheimer em seguida se opôs ao uso de bombas nucleares e, em especial, da bomba de hidrogênio. Na hoje quase esquecida histeria do início dos anos 1950, as ideias dele contrariaram poderosos defensores de um avanço nuclear maciço. Como consequência, foi considerado indigno de confiança para lidar com os segredos do governo dos Estados Unidos. 

Oppenheimer: O triunfo e a tragédia do Prometeu americano é uma rica evocação dos Estados Unidos de meados do século XX, um retrato novo e atraente de um homem notável, ambicioso, complexo e imperfeito cuja história conecta-se profundamente aos principais acontecimentos de seu tempo. Foi considerado o melhor livro do ano pelo The New York Times, pelo The Washington Post e pelo Chicago Tribune. Além disso, inspirou o novo filme de Christopher Nolan, que chega aos cinemas em julho, estrelado por Cillian Murphy, Emily Blunt e Robert Downey Jr. (Fonte: Editora intrínseca)

 

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