quarta-feira, 22 de julho de 2026

Ministério Público arquiva investigação e confirma que não há irregularidades em caso envolvendo avó de Juliana Brizola*l

Após meses de ataques políticos e da exposição de uma história familiar, o Ministério Público do Rio Grande do Sul determinou o arquivamento da investigação envolvendo a ex-deputada estadual e pré-candidata ao Governo do Estado, Juliana Brizola (PDT). A decisão, acolhida pela Justiça, concluiu que não houve qualquer crime ou desvio patrimonial. 

A apuração confirmou aquilo que Juliana Brizola sempre afirmou: o patrimônio da avó, Dóris Hartz Daudt, permaneceu integralmente preservado. Na prestação de contas apresentada à Justiça, ficou comprovado que não houve qualquer desvio de recursos. Os empréstimos mencionados durante a investigação eram de responsabilidade exclusiva da própria Juliana, que sempre os quitou com recursos pessoais. Além disso, os extratos bancários divulgados de forma irregular e usados para alimentar acusações públicas diziam respeito apenas a despesas realizadas no cartão pessoal de Juliana.

A própria decisão registra que as questões patrimoniais foram integralmente esclarecidas na esfera cível. O texto destaca a ausência de qualquer elemento que configurasse ilícito penal, o reconhecimento das contas apresentadas, além da concordância do familiar que havia apresentado a notícia-crime.

Filha de criação da avó, Juliana Brizola foi a única familiar residente em Porto Alegre durante os últimos anos de vida de Dóris. Por duas décadas, acompanhou de perto seus cuidados, mantendo uma estrutura permanente de assistência para que ela permanecesse em casa, como sempre desejou. A idosa contava com acompanhamento médico, fisioterapia, nutricionista e cuidadoras em tempo integral.

Para Juliana, a decisão encerra uma das fases mais dolorosas de sua vida.

"Recebo com serenidade a decisão do Ministério Público, que chegou à conclusão que eu sempre soube que chegaria: nunca houve qualquer irregularidade. O patrimônio da minha avó estava preservado. E as informações que foram divulgadas de forma covarde eram apenas despesas do meu cartão pessoal."

A pré-candidata afirma que o episódio extrapolou qualquer limite da disputa política ao transformar uma relação de cuidado familiar em instrumento de ataque.

"A verdade é que usaram a memória de uma senhora de 99 anos, que viveu sob meus cuidados até o último dia da sua vida, como arma política para me atacar. Ela foi a mulher que me criou. A mulher que me ensinou os valores que carrego até hoje."

Juliana lembra que acompanhou a avó diariamente até seus últimos dias e afirma que a dor da perda foi agravada pela tentativa de distorcer essa história.

"Eu sei que nada vai trazer a minha avó de volta. Mas a justiça foi feita. Tentaram atingir a minha honra porque não podem atacar a minha vida pública. São mais de quinze anos de trabalho pelo Rio Grande, uma trajetória limpa e coerente."

Ao final da nota, Juliana afirma que considera o caso encerrado do ponto de vista dos fatos, mas que buscará responsabilização de quem utilizou informações falsas para atacar sua família.

"Os fatos falaram. A verdade encerra essa história. Ninguém mais atacará a memória da minha avó. E todos que fizeram acusações falsas e distorceram os fatos para atender aos seus interesses políticos sentirão o peso da Justiça."

NOTA À IMPRENSA


Recebo com serenidade a decisão do Ministério Público, que chegou à conclusão que eu sempre soube que chegaria: nunca houve qualquer irregularidade. O patrimônio da minha avó estava preservado. E as informações que foram divulgadas de forma covarde eram apenas despesas do meu cartão pessoal. 

A verdade é que usaram a memória de uma senhora de 99 anos, que viveu sob meus cuidados até o último dia da sua vida, como arma política para me atacar. Ela foi a mulher que me criou. A mulher que me ensinou os valores que carrego até hoje. 

Eu sei que nada, absolutamente nada, vai trazer a minha avó de volta. Mas a justiça foi feita. Durante meses, a minha vida particular tem sido covardemente atacada por motivações politiqueiras. Tentaram atingir a minha honra, porque não podem atacar a minha vida pública. São mais de 15 anos de trabalho pelo Rio Grande, uma história limpa e coerente.

Mas os fatos falaram. E a verdade, agora, encerra essa história. Ninguém mais atacará a memória da minha avó. E todos que fizeram acusações falsas e distorceram os fatos em benefício dos seus projetos políticos pessoais sentirão o peso da justiça.



Nenhum comentário:

Postar um comentário