No dia 14 de abril de 1912, do
que decorrem 108 anos, naufragou no Atlântico Norte o TITANIC, maior navio até
então construído e em sua viagem inaugural. Entre Southampton, na Inglaterra e
Nova Iorque. Morreram 1.496 pessoas; sobrevieram pouco mais de 700. Os
orgulhosos construtores do monumental navio diziam: “este nem Deus afunda”. Foi derrotado por um “iceberg” na primeira viagem.
Em 1918 a “gripe espanhola” matou
mais de 50 milhões de pessoas no Mundo; da Europa aos demais continentes. Quando
a Terra tinha um bilhão e setecentos mil habitantes. Antes, no século XVI, a
“peste negra” acabou com um terço da população mundial.
E o Mundo sofreu outras
hecatombes: A I Grande Guerra; a II Guerra. Aquela entre 1914-18; a última de
1939-45. Sobreviveu a todas. Claro com muitas e muitas mortes, doenças,
ferimentos e suas conseqüências. Agora o COVID-19 nos assola.
Na ZH de hoje (15) o preclaro
jornalista David Coimbra menciona
outras atrocidades que assolaram o Mundo. Ou parte dele. Citou especialmente a
Inglaterra o que sofreu nos séculos IX e X com as invasões dos “vikings”. O que faziam com as pessoas. Torturavam;
decepavam membros; cortavam narizes. Relata o episódio de um mosteiro de
freiras que elas próprias se cortam na face para evitar serem violentadas pelos
bárbaros. Ante a fealdade que ficaram os rostos não sofreram estuprados. Mas os
“vikings” culminaram em incendiar o Mosteiro
e elas morreram queimadas.
É de se lembrar, também, o que
outros bárbaros fizeram pela Europa naquela época. Como os caucasianos Hunos,
liderados por Átila, quem o povo
chamava de “o flagelo de Deus”, chegaram
às portas de Roma dizimando vilas e aldeias por toda a parte.
Então a humanidade já sofreu
muito ao longo dos seus dez mil anos de existência contada. Dos pré-históricos
homens das cavernas, da idade da pedra e do fogo pouco se sabe. Todavia é fácil
imaginar a sua difícil sobreviv6encia. Até a intervenção Divina que criou o ser
desenvolvido, à Sua imagem. Ser que este culminou expulso do Édem por seus atos
contrários às ordens do Criador. Daí se tem a trajetória humana até hoje.
Ao final temos sempre
sobrevivido. Já escrevi aqui que se espera ainda não seja a vez do 1º Cavaleiro
do Apocalipse (a peste) iniciar a destruição da raça humana. Espera-se que, por
mais e mais tempo, a humanidade possa continuar sua caminhada, enfrentando
tribulações, em tempos de desenvolvimento e busca do aperfeiçoamento maior. Não
só científico e técnico. Sim do ser pensante; preocupado com seu semelhante. A
lição do “corona” seja tão somente
mais um capítulo em busca da vitória do humanismo; da solidariedade; e do amor.

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