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| Foto: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini |
"A atividade econômica se reduz e isso vai impor
dificuldades para muitas pessoas, que terão seus negócios prejudicados e seus
empregos afetados. Não considero justo que aqueles que servem à população
fiquem imunes a essas dificuldades. Não se trata de demagogia, é uma questão
objetiva. A sociedade está pagando com o custo econômico da sua própria
atividade, e estamos todos em uma mesma situação que impõe medidas de
sacríficos pessoais", esclareceu Leite.
Transmissão ao vivo pela internet desta vez foi realizada na
área interna do Palácio Piratini - Foto: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini
A medida acompanha a própria queda de arrecadação do Estado.
A Secretaria da Fazenda projeta, para o mês de abril, queda de 30% a 35% na
arrecadação, tendência que deve se estender pelos meses de maio e de junho. Na
quinta-feira (9/4), o governador expôs esse cenário aos deputados estaduais e
os chefes dos Poderes, dando transparência sobre o assunto ao avisar que,
possivelmente, a queda na receita do Estado impactará negativamente no repasse
dos duodécimos.
Na administração econômica, há um princípio de
irredutibilidade de salários. Por isso, o chefe do Executivo não pode
determinar a redução do salário de servidores. No entanto, recomentou que o
secretariado tome a mesma atitude, de modo a dar o exemplo como gestores
públicos. Os valores serão devolvidos ao caixa do Estado e poderão ser
utilizados em ações de combate ao coronavírus.
Texto: Suzy Scarton
Edição: Marcelo Flach/Secom

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